terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Alma



Onde repousa minh’ alma
Hora na intensa alegria, hora na mais profunda tristeza

Cobre-se no mais infinito silêncio
Dos sons inacabados

Sofre no acalento das noites
Busca as delicadezas do dia

Tudo parece quase nada
Enquanto o nada é o tudo que possuo

Quase livre na imensidão
Mas presa ao início do nada

Onde repousa oh alma!
Que tanto sonha com as alegrias vindouras

Busco, encontro, desencontro
Sonho, choro e revivo
Pois no reviver estará a certeza de viver de minh’alma.

2 comentários:

Michele disse...

Por isso que me orgulho de voce maninha...
Bjs

Unknown disse...

Moniquinha!
"busco, encontro, desencontro"
Eita, alma insaciável.
Lindo texto.
Manda mais, quando houver mais!
bjão