Alma
Onde repousa minh’ alma
Hora na intensa alegria, hora na mais profunda tristeza
Cobre-se no mais infinito silêncio
Dos sons inacabados
Sofre no acalento das noites
Busca as delicadezas do dia
Tudo parece quase nada
Enquanto o nada é o tudo que possuo
Quase livre na imensidão
Mas presa ao início do nada
Onde repousa oh alma!
Que tanto sonha com as alegrias vindouras
Busco, encontro, desencontro
Sonho, choro e revivo
Pois no reviver estará a certeza de viver de minh’alma.
2 comentários:
Por isso que me orgulho de voce maninha...
Bjs
Moniquinha!
"busco, encontro, desencontro"
Eita, alma insaciável.
Lindo texto.
Manda mais, quando houver mais!
bjão
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